Um Lindo Romance de Verão de um Pônei e um Unicórnio 
Em um belo dia o pequeno Ponei sobe a floresta que leva ao topo da montanha para tomar um ar, la no topo há uma enorme macieira a qual ele para em baixo para tomar uma brisa, um bom tempo brisando depois, ele começa a sentir fome mas não tem vontade de deixar o lugar, ele percebe então uma maçã em formato de coração pendurada em um galho muito alto, uma maçã muito bonita que parece ser bem suculenta, bem vermelhinha; o Ponei da um pequeno coice na arvore e a maçã começa a balançar, quando ele percebe que ela vai cair ele da um mega salto pegando a maçã com a boca, mas depois percebe que esta caindo do alto da montanha para o precipício obscuro.
Enquanto caía, o Ponei já previa sua dolorosa morte ao colidir com o chão, mas antes que isso aconteça ao invés de colidir com o chão ele sente-se colidir sobre as costas de alguém, ele não conseguia ver muita coisa por causa da neblina do precipício mas percebia uma intensa luz emanar do corpo do provável ser ungulado, que voava lestamente. O Ponei sente um calor exorbitante que ele não sabe se é por conta do verão que se inicia ou da luz emanada do ser.
Enquanto caía, o Ponei já previa sua dolorosa morte ao colidir com o chão, mas antes que isso aconteça ao invés de colidir com o chão ele sente-se colidir sobre as costas de alguém, ele não conseguia ver muita coisa por causa da neblina do precipício mas percebia uma intensa luz emanar do corpo do provável ser ungulado, que voava lestamente. O Ponei sente um calor exorbitante que ele não sabe se é por conta do verão que se inicia ou da luz emanada do ser.
Somente ao sair do precipício ele percebe que esta sobre as costas de um Unicórnio que reluz sob os raios de sol, voa com a agilidade de uma águia e aparenta estar a uma abstração profunda , seus olhos concentrados não se viraram nenhuma vez para trás, os fios de sua crina cintilante batem contra o rosto do extasiado Ponei, que não consegue dar um pio durante o trajeto. Finalmente chegando ao seu destino o Unicórnio desce no centro da Floresta de Wisterias.
O Ponei desce das costas do Uni logo após ele tocar o chão, ele ainda está com a maçã na boca então a coloca no chão para poder agradecer o Unicórnio:
____ OH muito obrigado por me salvar senhor Unicórnio, mas como voce estava voando?
Perguntou o Ponei tímido.
____ Eh que eu comi muito feijão mais cedo.
Respondeu o Unicórnio soltando um silencioso peido logo em seguida que o faz flutuar com presteza. O Ponei analisa maravilhado o rastro de arco-íris deixado no ar que saía do traseiro do Unicórnio.
O Unicórnio pousa de volta e o Ponei oferece a ele sua maçã como forma de agradecimento, ele não aceita a maçã inteira mas concorda em dividir. Depois de cada um comer uma metade, o Unicórnio diz que precisa ir e antes que o Ponei possa dizer qualquer coisa, o Unicórnio já esta peidando e voando pra longe dali, o Ponei percebe então que o peido do Uni não tem cheiro e fica triste.
Durante um tempo o Ponei ficou se perguntando intrigado de onde teria vindo aquele Unicórnio já que nunca se tinha visto um naquela região, e ele gostaria muito de poder ver de novo aquele que o tinha salvo com a sua magnificência de flatulência em excesso; então o Ponei sai perguntando em todo lugar se alguém tinha visto o Unicórnio ou sabia onde ele estava mas ninguém sabia, todos ficavam chocados quando ouviam sobre unicórnios já que era algo extremamente raro, mas rapidamente essa informação chegou aos ouvidos de Cobretón, Um galalau que vivia na montanha e era temido por sequestrar pôneis.
Pensando que este falado pônei seria um alvo fácil, Cobretón desce a montanha montado em seu Dragonino que mal aguenta seu peso pois ainda não evoluiu o suficiente para voar mas corre veloz como una Gazela. Ele chega ao pequeno e indefeso pônei e tenta o capturar para adiciona-lo a sua coleção, o pônei não quer ser mais um na coleção de Cobretón então começa a tremer e chorar. Quando Cobretón esta quase martelando o Ponei, UM UNICÓRNIO CHEGA NA VOADORA DANDO COIÇADAS NA CARA DE CÓBRETON QUE VOA LONGE, enquanto Cobretón esta se reerguendo para retornar o Unicórnio foge com o Pônei.
O Unicórnio leva o Ponei para a floresta de Wisterias novamente e decide que de agora em diante vai ficar perto dele, já que Cobretón esta tentando captura-lo, o Ponei se emociona e questiona o Uni sobre sua Proveniência, assim ele descobre que o Unicórnio veio de Taiga pra passar o verão, diferentemente dos outros ele gosta de conhecer lugares novos. Enquanto isso Cobretón planeja arduamente como se livrar do Unicornio para capturar esta insólita peça para sua coleção.
Uni e Ponei brincam na água da lagoa para se refrescarem do calor intenso que o verão trouxe, o Ponei não consegue ignorar o fato de que esta cada vez mais próximo do misterioso Unicórnio, mas este só consegue pensar em Cobretón que esta planejando retornar em breve, e assim não consegue se distrair. Os dois brincam até o anoitecer e depois voltam para a floresta de Wisterias para dormir, o ponei ainda molhado treme de frio ao ser atingido pela leve brisa do verão, o Uni já seco e bem aquecido deita-se aproximado ao Ponei para conforta-lo e aquece-lo, Ponei desejou então ser aquecido assim para sempre e adormeceu profundamente enquanto o Unicórnio o observava com ternura.
O Uni então ouve uma toada melancólica que parece pedir socorro, o som o causa uma angustia que o faz se contorcer, ele sente que tem de ajudar mesmo sem saber o que se passa, mas tudo que vê são trevas, ele vai seguindo o som que vai ficando mais alto, e então, UM DRAGÃOZÃO APARECE CUSPINDO FOGO, tudo que o Uni consegue ver é o clarão do fogo do Dragonino que agora parecia gigante, e quando sentiu o fogo tocar sua pele ele acordou e viu que estava sendo lambido pelo Ponei que tentava liberta-lo do pesadelo, já estava de manhã.
O Uni e o Ponei dessa vez foram brincar nos canteiros de Dálias que haviam desabrochado, o Ponei ficou lindo com uma Dália atrás da orelha que o Uni havia colocado nele, mas então eles ouvem passos ligeiros, o Uni avista uma jovem mulher pura que foge de uma seita que quer sacrifica-la, o Uni não se contenta em apenas ver e segue a mulher para ajuda-la
Ele a segue até o deserto onde não havia mais sinais de civilização, cansada ela esta sentada na densa areia do deserto e o Unicórnio se aproxima docilmente, ela passa suas mãos pela crina do ungulado e então aproveita para prender suas pernas dianteiras e traseiras, o Uni não consegue se mover e então o feitiço se desfaz e a virgem na verdade era Cobretón enfeitiçado que fez armadilha ao Unicórnio para conseguir capturar o Ponei, Cobreton pega o Unicórnio, o lança em uma areia movediça e ri enquanto assiste o Uni afundando lentamente sem poder se mover.
Metade de seu corpo ja havia afundando então ele vê o Ponei vindo correndo trazendo uma grande lata de feijão aberta que ele sabia que lhe causava gases, Cobretón avista o Ponei e ja prepara seu martelo, o Ponei joga todo o conteúdo da lata na direção do Uni que engole tudo.
Ponei sai correndo pelo deserto para fugir de Cobretón, mas este vem montado em seu Dragonino que é muito mais veloz que o pequeno Ponei, mas então eles entram em uma área dominada por escorpiões, o ponei nem percebe pois seus cascos o protegem mas Cobretón e Dragonino não que são atrasados pelas dolorosas picadas que devem enfrentar, o Ponei foge para uma construção de arquitetura grega que achou no meio do deserto, parece um templo abandonado, e ele se esconde atras de uma enorme pilastra.
Cobretón chega no templo procura o Ponei mas não o encontra, irritado ele da alguns ulos que fazem toda a estrutura do lugar tremer, com medo de ser esmagado o Ponei sai de perto da pilastra que o escondia, mas foi barulhento demais e Cobretón o encontra, o encurrala na parede, Ergue seu martelão e então...
O UNICÓRNIO CHEGA VOANDO QUASE QUEBRANDO O LUGAR TODO JÁ DANDO COIÇADA NA CARA DE CÓBRETON, finalmente o feijão foi digerido e estava fazendo efeito, o Ponei ula de alegria ao ver que o Uni esta bem, Cobretón se ergue e vem correndo para ataca-los mas o Unicórnio rapidamente vira seu traseiro para Cobretón e começa peidorrear a cara dele, Cobretón leva as mãos ao rosto como se ardesse muito e então começa a sofrer uma transformação. Cobretón virou um Chimpanzé de Chocolate, ele se vira para o Ponei e o Unicónio que estava surpreso pois não sabia como fez isso, e lhes deseja muitas felicidades e uma boa tarde, assim o Chimpanzé sai do templo e vai seguir sua vida.
Aliviados o Ponei e o Unicórnio voltam para a floresta de Wisterias e passam todo o restante do verão aproveitando juntos até o Unicórnio ter que voltar para Taiga. E foi assim o verão do Ponei e do Unicórnio só no só love só love afinal.
Pensando que este falado pônei seria um alvo fácil, Cobretón desce a montanha montado em seu Dragonino que mal aguenta seu peso pois ainda não evoluiu o suficiente para voar mas corre veloz como una Gazela. Ele chega ao pequeno e indefeso pônei e tenta o capturar para adiciona-lo a sua coleção, o pônei não quer ser mais um na coleção de Cobretón então começa a tremer e chorar. Quando Cobretón esta quase martelando o Ponei, UM UNICÓRNIO CHEGA NA VOADORA DANDO COIÇADAS NA CARA DE CÓBRETON QUE VOA LONGE, enquanto Cobretón esta se reerguendo para retornar o Unicórnio foge com o Pônei.
O Unicórnio leva o Ponei para a floresta de Wisterias novamente e decide que de agora em diante vai ficar perto dele, já que Cobretón esta tentando captura-lo, o Ponei se emociona e questiona o Uni sobre sua Proveniência, assim ele descobre que o Unicórnio veio de Taiga pra passar o verão, diferentemente dos outros ele gosta de conhecer lugares novos. Enquanto isso Cobretón planeja arduamente como se livrar do Unicornio para capturar esta insólita peça para sua coleção.
Uni e Ponei brincam na água da lagoa para se refrescarem do calor intenso que o verão trouxe, o Ponei não consegue ignorar o fato de que esta cada vez mais próximo do misterioso Unicórnio, mas este só consegue pensar em Cobretón que esta planejando retornar em breve, e assim não consegue se distrair. Os dois brincam até o anoitecer e depois voltam para a floresta de Wisterias para dormir, o ponei ainda molhado treme de frio ao ser atingido pela leve brisa do verão, o Uni já seco e bem aquecido deita-se aproximado ao Ponei para conforta-lo e aquece-lo, Ponei desejou então ser aquecido assim para sempre e adormeceu profundamente enquanto o Unicórnio o observava com ternura.
O Uni então ouve uma toada melancólica que parece pedir socorro, o som o causa uma angustia que o faz se contorcer, ele sente que tem de ajudar mesmo sem saber o que se passa, mas tudo que vê são trevas, ele vai seguindo o som que vai ficando mais alto, e então, UM DRAGÃOZÃO APARECE CUSPINDO FOGO, tudo que o Uni consegue ver é o clarão do fogo do Dragonino que agora parecia gigante, e quando sentiu o fogo tocar sua pele ele acordou e viu que estava sendo lambido pelo Ponei que tentava liberta-lo do pesadelo, já estava de manhã.
O Uni e o Ponei dessa vez foram brincar nos canteiros de Dálias que haviam desabrochado, o Ponei ficou lindo com uma Dália atrás da orelha que o Uni havia colocado nele, mas então eles ouvem passos ligeiros, o Uni avista uma jovem mulher pura que foge de uma seita que quer sacrifica-la, o Uni não se contenta em apenas ver e segue a mulher para ajuda-la
Ele a segue até o deserto onde não havia mais sinais de civilização, cansada ela esta sentada na densa areia do deserto e o Unicórnio se aproxima docilmente, ela passa suas mãos pela crina do ungulado e então aproveita para prender suas pernas dianteiras e traseiras, o Uni não consegue se mover e então o feitiço se desfaz e a virgem na verdade era Cobretón enfeitiçado que fez armadilha ao Unicórnio para conseguir capturar o Ponei, Cobreton pega o Unicórnio, o lança em uma areia movediça e ri enquanto assiste o Uni afundando lentamente sem poder se mover.
Metade de seu corpo ja havia afundando então ele vê o Ponei vindo correndo trazendo uma grande lata de feijão aberta que ele sabia que lhe causava gases, Cobretón avista o Ponei e ja prepara seu martelo, o Ponei joga todo o conteúdo da lata na direção do Uni que engole tudo.
Ponei sai correndo pelo deserto para fugir de Cobretón, mas este vem montado em seu Dragonino que é muito mais veloz que o pequeno Ponei, mas então eles entram em uma área dominada por escorpiões, o ponei nem percebe pois seus cascos o protegem mas Cobretón e Dragonino não que são atrasados pelas dolorosas picadas que devem enfrentar, o Ponei foge para uma construção de arquitetura grega que achou no meio do deserto, parece um templo abandonado, e ele se esconde atras de uma enorme pilastra.
Cobretón chega no templo procura o Ponei mas não o encontra, irritado ele da alguns ulos que fazem toda a estrutura do lugar tremer, com medo de ser esmagado o Ponei sai de perto da pilastra que o escondia, mas foi barulhento demais e Cobretón o encontra, o encurrala na parede, Ergue seu martelão e então...
O UNICÓRNIO CHEGA VOANDO QUASE QUEBRANDO O LUGAR TODO JÁ DANDO COIÇADA NA CARA DE CÓBRETON, finalmente o feijão foi digerido e estava fazendo efeito, o Ponei ula de alegria ao ver que o Uni esta bem, Cobretón se ergue e vem correndo para ataca-los mas o Unicórnio rapidamente vira seu traseiro para Cobretón e começa peidorrear a cara dele, Cobretón leva as mãos ao rosto como se ardesse muito e então começa a sofrer uma transformação. Cobretón virou um Chimpanzé de Chocolate, ele se vira para o Ponei e o Unicónio que estava surpreso pois não sabia como fez isso, e lhes deseja muitas felicidades e uma boa tarde, assim o Chimpanzé sai do templo e vai seguir sua vida.
Aliviados o Ponei e o Unicórnio voltam para a floresta de Wisterias e passam todo o restante do verão aproveitando juntos até o Unicórnio ter que voltar para Taiga. E foi assim o verão do Ponei e do Unicórnio só no só love só love afinal.

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